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Hipertensão arterial durante a gestação pode causar complicações à saúde da mulher

No Dia Mundial da Hipertensão, endocrinologista alerta para a importância da supervisão e cuidados durante o pré-natal

Um dos períodos mais sensíveis da vida da mulher é durante a gestação. Além dos fatores emocionais, o cuidado com a saúde da mãe e desenvolvimento do bebê devem ser constantes, o que torna o acompanhamento pré-natal de extrema importância, sobretudo o monitoramento da pressão arterial, que pode revelar a hipertensão gestacional. Para ressaltar a importância da prevenção às doenças e complicações ligadas à pressão arterial, em maio, no dia 17, celebra-se o Dia Mundial da Hipertensão. A data serve para lembrar da necessidade de um cuidado especial, pois a hipertensão arterial costuma não apresentar sintomas. E, quando aparecem, podem ser confundidos com outras enfermidades.

Durante a gravidez, as alterações na pressão arterial podem levar ao quadro conhecido como hipertensão gestacional. Uma vez diagnosticada, a hipertensão gestacional precisa de tratamento imediato, como alerta a médica endocrinologista Dra. Karine Rucker, da Clínica Madria. Isso deve acontecer para evitar o desenvolvimento de pré-eclâmpsia, complicação que pode afetar com gravidade a saúde da mãe e do bebê.

Conforme a médica, a hipertensão arterial é uma doença crônica e multifatorial. Na maior parte das vezes ela ocorre devido ao estreitamento ou perda de elasticidade dos vasos sanguíneos, o que aumenta o esforço do coração para bombear o sangue para o corpo. “A hipertensão arterial, muitas vezes, não causa sintomas. Mas, quando os sintomas acontecem, podem incluir dores de cabeça, tonturas, náuseas, cansaço, dor no peito, dentre outros”, destaca.

Fatores de risco ligados aos hábitos de vida

Apesar de ser uma doença sem muitos sintomas aparentes, a hipertensão arterial apresenta alguns fatores de risco. Vários deles estão ligados aos hábitos de vida, como sedentarismo e tipo de alimentação. “Alguns fatores podem estar relacionados ao surgimento da hipertensão arterial como história familiar de hipertensão, tabagismo, sedentarismo, alimentação rica em sal, diabetes e obesidade”, esclarece a especialista. Além disso, a doença também pode contribuir para o surgimento de complicações como aumento do risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal, arritmia, insuficiência cardíaca, aneurismas, dentre outras.

Prevalência de 30% na saúde da mulher

A hipertensão é um risco para a saúde das mulheres pois, na maioria dos casos, não tem cura. Porém, com o acompanhamento correto e mudança de alguns hábitos, pode ser controlada. Entre as mulheres, a prevalência é de cerca de 30%. Contudo, segundo o Ministério da Saúde, metade da população acometida por hipertensão arterial não sabe que tem a doença.

Conforme a Dra. Karine, até por volta dos 50 anos de idade a hipertensão prevalece um pouco mais em homens, mas após os 60 anos as mulheres ultrapassam a lista. “A maior prevalência de hipertensão em mulheres após os 60 anos é principalmente explicada pela perda do efeito protetor do estrogênio (menopausa) junto ao envelhecimento vascular, fatores metabólicos (ganho de peso, aumento de gordura visceral, síndrome metabólica) e maior longevidade”, explica.

Já durante a gestação, costuma acontecer mais em gestantes que têm a primeira gravidez após os 35 anos de idade. Nesses casos, pode ter ainda como fatores causadores a obesidade e o diabetes e pode ser responsável pela má formação da placenta.

Controle e tratamento

Uma vez diagnosticada, a hipertensão arterial precisa ser tratada. E, para isso, existem tratamentos com medicamentos e que devem ser associados a mudanças de hábitos. “O tratamento da hipertensão arterial, na maior parte das vezes, inclui mudanças no estilo de vida, como prática de atividades físicas, parar de fumar e diminuir o consumo de sal, além do tratamento medicamentoso”, ressalta a médica. É também de extrema importância que o paciente hipertenso tenha acompanhamento médico regular, preferencialmente com cardiologista.

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